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sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Tive vontade de dizer muitas coisas à roubadora de livros, sobre a beleza e a brutalidade. Mas que poderia dizer-lhe sobre essas coisas que ela já não soubesse? Tive vontade de lhe explicar que constantemente superestimo e subestimo a raça humana – que raras vezes simplesmente a estimo. Tive vontade de lhe perguntar como uma mesma coisa podia ser tão medonha e tão gloriosa, e ter palavras e histórias tão amaldiçoadas e tão brilhantes. Nenhuma dessas coisas, porém, saiu de minha boca.
 
— A Menina Que Roubava Livros

domingo, 11 de setembro de 2011


É inegável como a verdade pode ser brutal às vezes. Só da pra admirá-la. Geralmente passamos a vida acreditando em nós mesmos. "Eu tô bem", dizemos. "Tá tudo bem." Mas às vezes a verdade pega no pé e não tem santo que faça desgrudar. É aí que percebemos que às vezes ela nem chega a ser uma resposta,mas sim uma pergunta. Mesmo agora, estou aqui pensando até que ponto minha vida é convincente.

Eu sou o mensageiro


Nossa, fazia tempo que eu não postava nada no blog. 
Essa falta de inspiração associada à falta de tempo, acaba comigo. n.n 

segunda-feira, 27 de junho de 2011

"Eu, por exemplo, gosto do cheiro dos livros. Gosto de interromper a leitura num trecho especialmente bonito e encostá-lo contra o peito, fechado, enquanto penso no que foi lido. Depois reabro e continuo a viagem. (...) Gosto do barulho das páginas sendo folheadas. Gosto das marcas de velhice que o livro vai ganhando: (...) a lombada descansando, o volume ficando meio ondulado com o manuseio. Tem gente que diz que uma casa sem cortinas é uma casa nua. Eu penso o mesmo de uma casa sem livros."

Martha Medeiros

Eu amo os textos de Martha Medeiros, são fantásticos e dizem exatamente o que eu sinto. 
Sou apaixonada por leitura, por literatura, pelos livros... pelas palavras. Ainda faço uma biblioteca na minha casa, estou caminhando para isso. E ainda escrevo um livro. hahaha 

segunda-feira, 20 de junho de 2011

"Mundo mundo vasto mundo
se eu me chamasse Raimundo 
seria uma rima, não uma solução."

                                                                               Carlos Drummond de Andrade, Poema de Sete Faces

Eu amo Drummond *-*

sábado, 31 de julho de 2010

É inegável como a verdade pode ser brutal às vezes. Só da pra admirá-la. Geralmente passamos a vida acreditando em nós mesmos. "Eu tô bem", dizemos. "Tá tudo bem". Mas às vezes a verdade pega no pé e não tem santo que faça desgrudar. É aí que percebemos que às vezes ela nem chega a ser uma resposta, mas sim uma pergunta. Mesmo agora, estou aqui pensando até que ponto minha vida é convincente. 

Eu sou o mensageiro, Markus Zusak.